domingo, 20 de dezembro de 2009

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por: Carol hél Jabbuh T
O frio em uma noite que canta, enfeita o céu avermelhado de uma cidade deserta de sonhos, de esperança, de aconchego. Você, deitado na cama, a lembrar do passado.

Não voe para tão longe fique aqui com os assombros do presente. É difícil perseber que que estou aqui? Somos todos tãos tolos para sentir o que é importante, o que vai mudar. E eu? Apenas um fantasma a lhe observar.

São línguas a gritar a ponto de mudar o tempo, de te fazer chorar.

E eu? Apenas um fantasma tentando te fazer lembrar, de como é bom estar vivo, e embaixo de lágrimas te fazer cantar.

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